quarta-feira, 24 de julho de 2019

O que são orgasmos terapêuticos ?




Será que isso é sério?

Muita gente desconfia quando se fala em “orgasmos terapêuticos”. Pois existe uma neblina moral que não nos deixa ver a importância desse tipo de trabalho.
O orgasmo tem a ver com autenticidade, com ser honesto consigo mesmo, ser livre de dogmas limitantes.
Uma terapia que objetiva a cura através da plena satisfação orgástica pode ser muitas vezes moralmente mal interpretada. Mas aqueles que se tornam sexualmente plenos e desenvolvem seu potencial orgástico estão muito mais preparados para viver de forma harmônica e integrados a sociedade de maneira positiva e produtiva.
Um ser sexualmente pleno está livre de couraças emocionais limitantes.  Porque está mais próximo de um comportamento natural, espontâneo. Está integrado, não separado.
Portanto um trabalho sério que desperte o potencial orgástico do ser está em comunhão com uma sociedade mais justa, amorosa e em sintonia com os corações daqueles que a compõem.

Esse trabalho já exisitiu na medicina do século passado

Ainda na década de vinte do século passado já havia médicos que tratavam histeria com “orgasmo sem sexo”. Os médicos faziam massagens terapêuticas até que as pacientes atingissem o orgasmo.

Nossa sexualidade precisa ser curada

Não é segredo que a sexualidade, na nossa sociedade, está ligada a inúmeras patologias e entraves emocionais. Por isso a sexualidade dos nossos dias vem carregada de memórias e experiências neuróticas e compulsivas.
Sustentada por expectativas de desempenho, padrões de beleza irreais,  abusos traumáticos.
Por isso, dentro desse contexto, o orgasmo sem sexo, conduzido por um(a) terapeuta experiente, que zela pela saúde emocional das pessoas que atende, traz inúmeras vantagens e resultados benéficos. Porque o toque feito com consciência e cuidado resgata a dignidade e amor próprio de quem recebe.  Também ressignifica memórias corporais que antes eram associadas a dor e a experiências traumáticas.

O orgasmo pode nos levar ainda muito além

O orgasmo terapêutico traz ainda uma nova forma de compreender o próprio corpo, de experimentar sensações que nunca foram experimentadas. É uma oportunidade de se libertar de amarras e limitações relacionadas a sexualidade.
Alguns estudos ligados a neurociência já demonstraram que a experiência orgástica é extremamente benéfica para o cérebro humano e muito semelhante à experiência de meditação profunda. Ela ativa as mesmas regiões do cérebro e promovem uma sensação de “perda de fronteira”. O indivíduo tem uma experiência de expansão dos próprios limites corporais e de maior conexão com a vida.
O momento do orgasmo é um momento de “morte” do EGO. Na experiência orgástica feita de forma terapêutica não há papeis a serem sustentados. Quem recebe tem a permissão de ir fundo nas próprias sensações e emoções.
A pessoa está 100% presente e vive as sensações corporais com totalidade. Essa desconexão com o próprio corpo, tão comum nos dias de hoje, cria indivíduos que não conhecem a si próprios, que vivem alienados do próprio corpo, com pouquíssima consciência de si mesmos.
A terapia orgástica é, acima de tudo, um trabalho de reeducação sensorial, no qual trabalhamos estímulos variados por todo o corpo com o objetivo de aprimorar a percepção corporal e a percepção dos sentidos.

Como é o processo de uma sessão de orgasmoterapia?

Ao longo de 1:30h de sessão de terapia e massagem tântrica damos tempo para que o corpo produza os hormônios necessários para um orgasmo de qualidade superior.
Então atingimos um platô energético sustentado e isso ressignifica profundamente a forma de sentir e perceber o próprio corpo.
Muitos hormônios são liberados: ocitocina, endorfina, serotonina. Estes são hormônios muito benéficos e que estão ligados ao bem estar e a saúde endócrina.
E o melhor, tudo isso sem sexo, sem peso emocional e sem tramas a serem sustentadas. É uma relação simples, honesta e terapêutica.
Tantra yoga lab






quarta-feira, 17 de julho de 2019

Como o Tantra pode tratar a masculinidade tóxica ?


O padrão de conduta masculino predominante há séculos está em cheque desde que as mulheres começaram a exigir seus direitos em meados do século vinte. De lá pra cá muitos mitos envolvendo a conduta do macho estão caindo por terra e alguns homens criados no modelo antigo já estão, a duras penas, vivendo uma desconstrução.
“Homem não chora”, “É o homem quem sustenta a casa” , “Isso é coisa de viado”,  “Mulher minha não geme” são jargões que ainda estão presentes, mas já soam ultrapassados para muita gente.

E a sexualidade? Também é tóxica?

Se no âmbito sociológico, onde há discussão aberta, a coisa ainda não se resolveu. Quem dirá, então, no âmbito da intimidade e da sexualidade do indivíduo. Homens ainda são educados pela indústria pornográfica e aprendem, ali mesmo, como abusar e violentar uma mulher.
A roda de bar masculina ainda é recheada de histórias super viris e mentirosas. O homem ainda vive do prazer da masturbação estilo “fast food” às escondidas. E as mulheres ainda sofrem com a rapidez e com a insensibilidade na cama.
A masculinidade tóxica moldou um homem que não conhece a sexualidade além do pênis. Criou sujeitos que não demonstram afeto e não tem inteligência emocional. Porque eles foram ensinados a reprimir as próprias emoções desde pequenos.
São homens que só tem prazer durante os dois segundos de ejaculação, que vieram seguidos dos dois minutos de penetração. Homens que vivem atrás de uma meta de virilidade absurda,  tornaram-se doentes emocionais e não podem ser humanos de verdade.
E tudo isso eu vejo diariamente como terapeuta. Homens duros, rígidos, envergonhados, cheios de medo e insegurança. Com uma idade emocional de uma criança e que socialmente escondem tudo isso embaixo do pano tóxico da virilidade e do poder.
É realmente triste, mas a humanidade já viveu bastante e quando tudo está dando errado a gente precisa voltar as origens.


O tantra é uma filosofia comportamental que floresceu a mais de 5000 anos numa região onde hoje chamamos “Índia”. Os “tantrikas” surgiram dentro de uma etnia chamada “Drávida”. Esta era uma sociedade que em sua essência era matriarcal, sensorial e desrepressora.
Existia uma veneração clara a deidades femininas. Afinal de contas, naquela época, a vida surgia através da mulher. E o homem, a princípio, não tinha uma participação ativa nisso.
O conceito de pecado e de repressão relacionado a sexualidade simplesmente não existia. Esses são conceitos masculinos, típicos de sociedades patriarcais e guerreiras, onde o uso da força é predominante e rege a moral social.
Valores, que hoje são tipicamente femininos, como a generosidade, o cuidado, o carinho, o afeto, a criatividade eram cultivados por todos.
Com o tempo sucessivas invasões e guerras aconteceram naquela região e muita coisa foi perdida. O tantra foi muito perseguido pelas culturas patriarcais e dominantes. Mas alguma pouca coisa preservou-se.
Em meados do século vinte um indiano dedicou sua vida a resgatar a filosofia tântrica e adaptá-la ao homem ocidental. Esse indiano ficou mundialmente conhecido como OSHO e o movimento que ele criou ficou conhecido como neo-Tantra.
Osho criou meditações específicas para o homem ocidental. Meditações ativas e que tinham alto poder de libertação e cura emocional.  Após experimentarem na pele variadas técnicas, práticas e meditações  terapêuticas desenvolvidos por seu mestre, os seus discípulos disseminaram pelo ocidente a terapia tântrica que aprenderam.
Por isso, as principais metodologias difundidas no ocidente e que envolvem massagens e terapias tântricas atualmente tem forte influência de Osho e seus Sannyasins, ou discípulos.
Já deu pra perceber que os valores e métodos tântricos são diametralmente opostos aos valores de uma masculinidade tóxica, né?
Portanto nem adianta querer impor práticas tântricas para aqueles que ainda não reconheceram a masculinidade tóxica dentro de si. Que ainda não demonstram interesse em melhorar a si mesmos. Mas para aqueles homens que desejam autodesenvolver-se e estão no processo de desconstrução de padrões retrógrados e maléficos, muita coisa pode ser feita.
A terapia tântrica prioriza o desenvolvimento da sensorialidade corporal, a movimentação fluida da energia vital, a movimentação e a liberação de conteúdos emocionais maléficos. Ela trata ainda da reeducação sensorial e da expansão da percepção dos sentidos corporais. Tudo isso ajuda a tratar a dificuldade do homem moderno em entregar-se, em liberar as próprias emoções e ajuda-o a desenvolver sua inteligência sensorial e emocional.
Em práticas de massagens ou meditações tântricas é muito comum acontecerem catarses emocionais como risos, choros, liberação e dissolução de bloqueios, conteúdos e memórias que a muito tempo estavam guardadas e escondidas no fundo da alma.
O homem aprende que todo mundo chora e que está tudo bem. Aprende que ele pode ser passivo sem ser viado, que gemer e gritar pode fazer muito bem a saúde e que bom mesmo é o orgasmo experimentado pelas mulheres, que normalmente acontece além dos órgãos genitais e em alguns casos se expande pro corpo todo. Mas aprende que esse tipo de orgasmo não é exclusivo das mulheres e que ele também pode chegar lá.
Tudo isso promove um resgate da nossa humanidade. O resgate de valores como o cuidado com o outro, o carinho, o perdão, a entrega, a confiança, a amorosidade…
Texto Tantrayogalab



sábado, 6 de julho de 2019

Depoimento 4 - Prática Terapêutica


O Cliente Alan conta sua experiência de como foi a prática da massagem relaxante + ventosa terapia para esgotamento físico.

terça-feira, 25 de junho de 2019

Como a alimentação influencia a libido

Quando você pensa em catuaba, ostras, chocolates, amendoins e pimenta, o que vem à sua cabeça? Se for alimentos afrodisíacos, acertou! Eles podem estimular uma prática sexual mais prazerosa, mas não são a solução se a sua libido estiver sempre em baixa.
Nós batemos um papo bem legal com a Julia Marques, nutricionista e pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional para entendermos melhor quais fatores influenciam no prazer sexual de homens e mulheres. A gente tirou muitas dúvidas. Confira:
Para início de conversa, o que é a libido?
É puro e simples o desejo sexual, tanto para homens quanto para mulheres.
Estresses do dia a dia, preocupações no trabalho, problemas nos relacionamentos, etc. influenciam a libido?
Influenciam sim. O estresse cotidiano é um fator muito importante nessa oscilação do desejo sexual, pois ele aumenta o cortisol (hormônio esteróide) a ponto de limitar a produção de hormônios que auxiliam na libido. A falta de diálogo nas relações também é um dos motivos. Pessoas que passam por experiências estressantes diariamente e também usam medicamentos para depressão, ansiedade e outros transtornos psicológicos, por exemplo,  tendem a ter o apetite sexual inibido. É como se o cérebro tivesse tão entretido pensando em tanta coisa ao mesmo, que não permite um momento pra pensar em outra coisa, muito menos em libido. Os pensamentos desnecessários do dia a dia ocupam um espaço, que não deixam o cérebro se liberar para os prazeres.
Quais fatores hormonais levam a pessoa a ter uma libido mais baixa?
A variação da libido é mais comum entre mulheres. As disfunções hormonais e o uso de anticoncepcionais, por exemplo, são fatores hormonais que influenciam o desejo sexual.
Quais são os alimentos mais indicados para auxiliar na liberação dos hormônios para o prazer sexual?
Os ricos em triptofano como a banana, o abacate, oleaginosas como castanhas e nozes, queijo, frango e ovos.
Ouvimos dizer que catuaba, amendoim e ostras, por exemplo, são afrodisíacos, mas uma alimentação mais saudável influencia no aumento da libido? E, do contrário, quais hábitos alimentares prejudicam a vida sexual das pessoas?
Uma alimentação completa, bem equilibrada e regular é o afrodisíaco ideal. Não adianta comer amendoim achando que vai auxiliar na potência sexual se a alimentação do dia a dia não ajuda o organismo a metabolizar bem qualquer tipo de alimento, muito menos esse mais específico.
E comer alimentos ultraprocessados com frequência atrapalha, sim, a vida sexual, pois o corpo se torna menos ativo, mais cansado, o sono fica prejudicado e os hormônios responsáveis pela sensação de prazer sexual ficam em segundo plano.
Esse impacto negativo pode acontecer a curto ou médio prazo? Por exemplo, um jovem pode passar por isso porque se alimenta muito mal ou não se cuida?
No homem jovem, a incidência de casos de falta de libido é muito menor, pois a produção hormonal nessa fase da vida é muito grande e, por isso, o impacto negativo da má alimentação na vida sexual pode ser considerado de médio prazo – cerca de seis meses. Ao contrário das mulheres, que tem uma relação mais psicológica e sensitiva com o sexo, e, dessa forma, o efeito de uma vida não saudável acaba sendo a curto prazo – um ou dois meses.
Hidratação é algo que influencia?
O corpo precisa estar hidratado para manter todas as funções fisiológicas em dia. Ou seja, beber água é fundamental para uma vida sexual mais ativa.
A prática sexual ajuda na perda de peso?
Primeiramente, é preciso entender o que é perda de peso: comer menos calorias do que se gasta. Por isso, é muito relativo afirmar que o sexo funciona como uma atividade física, pois cada corpo reage de uma forma e também depende da intensidade da prática sexual, se é moderada ou energética. Mas, sim, pode ajudar a perder umas boas calorias.
Doenças crônicas, como  diabetes e hipertensão, interferem na libido?
Interferem na qualidade de vida de uma forma geral. Se a gente diz que a diabetes tem influência em outras doenças, como trombose ou patologias renais, e, muitas vezes, precisa ter um tratamento com insulina, há um desequilíbrio hormonal que mexe no corpo como um todo. Por isso, elas podem influenciar na vontade e no desejo sexual por motivos do corpo não estar em plenas condições. A não ser que seja uma diabete controlada, com medicação e alimentação corretas, aí a libido pode estar normalizada.
Muito se fala na maca peruana, principalmente entre mulheres. Realmente funciona? Se sim, o uso precisa ser indicado por um profissional de saúde?
Esse tratamento é fitoterápico. É extraído de um alimento, um tubérculo, que é normalmente consumido em pó na comida. Ainda não há comprovação científica de que ajude na recuperação da libido, pois só existem testes em animais. Há uma ideia de que aumenta a testosterona – que é o principal hormônio sexual masculino, mas que as mulheres também têm, só que em baixíssima incidência -, porém essa informação é infundada. O que podemos dizer é que a maca peruana auxilia, de certa forma, no alívio de sensações e alguns sintomas tão incômodos da menopausa. Essa doença, por si só, já causa a perda da libido e a maca pode até ajudar, mas é exceção à regra.

segunda-feira, 10 de junho de 2019

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Depoimento 2 - sobre a técnica da massagem tarêputica


Tudo que se é feito com Cuidado , Atenção , Amor e Carinho se torna Gratidão.
Depoimento do Manuel sobre minha conduta profissional .

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Depoimento 1- de uma experiência Tantrica - Para ouvir click aqui no título





Para ouvir melhor utilize um fone de ouvido  - a gravação está um pouco baixa .

Gostaria de dizer que meu coração fica muito Grato ao ouvir essas palavras e por isso compartilho com vocês ,isso faz com que eu me motive mais e mais seguindo meu trabalho como Terapeuta Tântrica ajudando muitas pessoas ao reencontro consigo mesmo.


PERMITA-SE
CONFIE
ENTREGUE
AGRADEÇA


Acabou... mais uma fase vencida e concluída. Mais um ciclo fechado! Obrigada meu Deus, por me permitir a cada dia vencer meus medos, ter sab...